segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Modelo com Síndrome de Down é o rosto de marca de cosmética Kate Grant conquistou a marca de cosmética


   A 'Benefit Cosmetics' conhecida pelos seus produtos de
maquilagem, particularmente bronzeadores e rímel, escolheu 
Kate Grant como rosto para a nova campanha de cosmética da
marca na Irlanda

                      

Segundo o 'Daily Mail', a marca descobriu um vídeo da jovem de
 20 anos, no verão 2018, que retratava o seu percurso e ambição
para se vir a tornar modelo.

Numa entrevista ao jornal 'Metro', Deidre Grant, mãe da jovem,
 falou da importância do papel da filha no mundo da moda. "Ela
está a abrir o caminho para as pessoas que a vão seguir", disse.

"A equipa apaixonou-se de imediato pela Kate e pela sua energia
contagiante. Fomos cativados pela forma como gosta da vida e de
 como é determinada. Incorporou tudo o que representamos como
 marca, sabíamos que precisávamos de encontrar uma forma de
 trabalhar com ela", disse um representante da marca à publicação
inglesa.




Mãe escreve frases nos lápis de cor da filha para incentivá-la na escola: 'Você é incrível'


  Alessandra Teixeira, de Jundiaí, conta que a ideia veio de um
 post no Facebook e tem ajudado a motivar a pequena Naná, de
 8 anos, que se sentiu amada com a atitude da mãe

                               

"Você é incrível", "não desista",
"tenha coragem e seja gentil".
Com o objetivo de se fazer
presente mesmo estando longe
.


A professora Alessandra Teixeira, da rede municipal de ensino de
Jundiaí (SP), decidiu decorar os lápis de cor da filha Thainá
Teixeira, de 8 anos, com frases de incentivo e lembretes do quanto ela
é especial. 

A mãe, de 35 anos, conta que a ideia veio de um post feito por
uma página de educação no Facebook e foi colocada em 
prática no mês passado. 

"Enquanto a Naná fazia a lição na mesa da cozinha, eu me sentei 
no sofá e comecei a escrever frases como 'Deus tem lindos 
planos para você', 'você é linda' e 'ame e respeite a sua professora
'. Algumas eu copiei da própria publicação, outras fui criando de
acordo com os valores que procuro ensinar à Naná. Digo a ela que fiz
os bilhetes porque ela merece esse
carinho", explica.
 

De acordo com Alessandra, apesar de ser uma menina muito
esperta, Naná às vezes têm preguiça na hora de fazer as
tarefas da escola e os bilhetes têm ajudado a motivá-la.
"

Percebo que ela está mais caprichosa e amo vê- la lendo
as frases enquanto faz a lição." Thainá está no terceiro ano do
ensino fundamental e conta que se sentiu amada com o carinho e
 a simples atitude da mãe. 

"Na hora eu já falei para a minha mãe que eu amava muito ela e
agradeci muito. A minha sensação foi ótima, o carinho da minha
 mãe foi para que, quando eu estivesse longe, ela quis que eu
 sentisse que ela estivesse perto", comenta.


Para Alessandra, a relação entre as duas
tem muito do que foi a relação dela com a própria
mãe, que morreu quando ela tinha 19 anos. 

"Tem muita cumplicidade e amor envolvidos, mas tem muito respeito 
também de ambas as partes. Embora a Naná só tenha 8 anos,
a gente já passou por muita coisa juntas, o que fortaleceu esse
 vínculo que temos. Costumo dizer que ela é o meu Chicletinho ' e
 eu adoro esse grude", conta.

Mesmo assim, a professora quer que a menina tenha
consciência de que a mãe  não pode estar com ela
em todos os lugares.

 "
Eu dou todo o amor que posso, mas também
dou autonomia. Procuro ter qualidade no tempo que passamos juntas,
procuro orientá-la para que seja uma pessoa ímpar e transmito a ela
todo o amor que me foi dado."
 

Além de Naná, Alessandra ganhou mais um filho 
há dois anos: o enteado Victor, um pré-adolescente
de 10 anos. Apesar de ser mais tímido e reservado
, ele ficou bastante animado quando a madrasta se
ofereceu para fazer os lápis para ele também.
"Fiquei muito feliz com
a reação dele.

 Antes ele vivia com a avó, mas temos uma relação
maravilhosa e eu acredito que os lápis são mais
uma forma de demonstrar  todo o carinho que eu sinto
por ele", completa



É do Brasil! Aplicativo que traduz português para libras ganha prêmio do Google


  Quando dizemos que uma boa ideia pode mudar a vida das
pessoas, muitas vezes falamos de forma indireta ou simbólica –
 mas no caso do app Hand Talk, tal sentido é literal e direto

                       
  Trata-se de um aplicativo que traduz mensagens do português para 
Libras, a língua brasileira de sinais – incluindo e permitindo a
 comunicação de tantos deficientes auditivos no Brasil. Simples e
transformador, o Hand Talk foi premiado no Desafio Google
de Impacto em Inteligência Artificial.

A seleção trouxe ao app um prêmio de 75o mil dólares
(cerca de 3 milhões de reais), uma consultoria do Google e a
inclusão do Hand Talk numa aceleradora de empresas. O propósito
 do aplicativo se encaixa perfeitamente no espírito do prêmio,
que procura justamente organizações que criem soluções para os
 grandes problemas atuais.

Todos os vencedores tratam de temas como saúde, economia,
 empoderamento, meio ambiente, educação e mais. 2062 empresas
 de 119 países se inscreveram para concorrer ao prêmio.

A empresa foi criada em 2012 por Ronaldo Tenório, que
desenvolveu um avatar que pode ser adicionado em sites, e como
 um app para smartphones capaz de transformar o texto em
 português na linguagem de sinais. Hand Talk foi uma das 20
empresas selecionadas essa semana pelo Google – e o app pode
ser baixado para iPhone ou Androidgratuitamente.

 Retirado do link:
https://www.hypeness.com.br/2019/05/e-do-brasil-aplicativo-que-traduz-portugues-para-libras-ganha-premio-do-google/

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Sancionada a regulamentação da equoterapia


  A Lei 13.830, de 2019, que regulamenta a equoterapia como
método de reabilitação de pessoas com deficiência,
foi sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro

                             

A nova legislação determina que a prática de reabilitação — que
 utiliza o cavalo em abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde,
 educação e equitação voltada ao desenvolvimento biopsicossocial
da pessoa com deficiência — será exercida por uma equipe
multiprofissional, integrada por médico, médico veterinário e
profissionais como psicólogo, fisioterapeuta e da equitação.

Também poderão fazer parte da equipe pedagogos, fonoaudiólogos,
terapeutas ocupacionais e professores de educação física, desde
 que possuam curso específico na área da equoterapia.

Outra exigência é que deve haver o acompanhamento das atividades
 desenvolvidas pelo praticante, por meio de um registro periódico,
sistemático e individualizado das informações em prontuário.

Os centros de equoterapia somente poderão operar se obtiverem
 alvará de funcionamento da vigilância sanitária, de acordo com as
normas sanitárias previstas em regulamento. Esses centros devem
ser responsáveis pelo atendimento médico de urgência ou pela
 remoção para unidade de saúde, em caso de necessidade.

O autor da proposta, senador Flávio Arns (Rede-PR), argumenta
 que a interação com o cavalo e o ato de montar, desenvolve
 novas
 formas de socialização, autoconfiança e autoestima. De acordo
 com o projeto, a prática passa a ser condicionada a um parecer
 favorável, com avaliação médica, psicológica e fisioterápica.

O texto aprovado é um substitutivo da Câmara dos Deputados
 (SCD 13/2015) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 264/2010.
A lei entra em vigor em 180 dias.



Após fugir para o Brasil, ele abriu um restaurante que une gastronomia e ativismoPitchou Luambo é fundador do Congolinária, um restaurante vegano de comida típica congolesa. Além de oferecer pratos, o local abre espaço para debater os direitos dos imigrantes


 O ativismo sempre esteve presente na vida de Pitchou Luambo,
 37 anos. Em seu país de origem, a República Democrática do
Congo, ele atuava como advogado, defendendo vítimas de
 violação de direitos humanos, especialmente mulheres que
 haviam sofrido abuso sexual — no país, marcado por rivalidades étnicas, o estupro é considerado uma arma de guerra

                   

Perseguido por suas atividades, Luambo foi obrigado a deixar o
país em 2010, e escolheu como seu destino o Brasil — mais
especificamente, São Paulo. Como não conseguia validar seu
diploma por aqui, decidiu trabalhar como professor de francês.

Isso não o impediu, entretanto, de se engajar na causa dos
 imigrantes e refugiados no país. Organizou um extenso networking
e passou a participar ativamente de eventos e debates relacionados
ao tema . Luambo é um dos fundadores do Grupo de Refugiados e
Imigrantes Sem Teto.

“Defendemos os direitos de moradia do imigrante e do refugiado.
 Sem casa, eles não conseguem emprego, nem podem abrir conta
bancária”, diz. Para ampliar o alcance das suas ações, ele decidiu
que usaria outras formas de comunicação, como cultura e 
gastronomia. O passo seguinte foi abrir um restaurante que
 ajudasse a congregar as pessoas.

No início, mostrava suas criações gastronômicas em um food truck
 no Itaim Bibi. Em setembro de 2017, abriu as portas do Congolinária,
 o primeiro — e único — restaurante vegano de comida típica
congolesa no Brasil. A casa serve de cenário para eventos e debates
 sobre os direitos dos imigrantes e dos refugiados. “Discutimos temas
diversos, de racismo a veganismo, passando pela cultura do meu país
”, diz Luambo.

O dinheiro que ganhou trabalhando como professor
não foi suficiente para Luambo abrir seu primeiro restaurante.
Por isso, ele decidiu usar crowdfunding para conseguir R$ 12 mil,
gastos com os equipamentos de cozinha.

Outra estratégia foi adotar o esquema store in store, ou “loja
dentro de loja”. Na casa de dois andares onde fica a Congolinária,
funciona também um bar e uma loja de discos. “Assim, diversificamos
 o público e aumentamos a receita.

O cliente brasileiro gosta de variedade, então
eu tive de me adaptar a isso. No Congo, os pratos são feitos apenas
com dois ingredientes. No Brasil, se você não colocar três
ou quatro
 ingredientes diferentes no prato, o cliente vai reclamar.”

Retirado do Link:
                               

Empregado com filho com deficiência poderá ter prioridade para marcar férias



  Projeto de lei de autoria da senadora Mara Gabrilli tem como
objetivo garantir maior atenção às crianças com deficiência em
 período de férias escolares

                              
                                       A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH)

aprovou um projeto de lei que estabelece que o empregado que
 tenha filho com deficiência terá preferência para marcar suas férias
de forma a fazê-las coincidir com as férias escolares do filho.

O texto segue para análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS)
 em caráter terminativo.
Segundo a autora do PL 1.236/2019, senadora Mara Gabrilli
 (PSDB-SP), a proposta está diretamente relacionada com a
 ideia de desenvolvimento de uma política pública de inclusão das
 crianças, adolescentes e jovens com deficiência no ensino regular.

Ao ler seu parecer favorável ao projeto, a relatora, senadora
Leila Barros (PSB-DF), afirmou que a iniciativa é louvável e necessária
para garantir — tanto da escola quanto dos pais — atenção especial
às pessoas com deficiência. Ela apresentou emenda para trocar a
 palavra “filho” do projeto original para “pessoa com deficiência
sob sua guarda ou tutela”.

— Tais pessoas, muitas vezes crianças e jovens, demandam,
ao longo do ano letivo, especial atenção, não raro individualizada, do
educador e do sistema de ensino, processo que, com freqüência
, acaba por sofrer brusca interrupção durante as férias escolares
, porquanto nem todos os responsáveis têm condições financeiras
 de arcar, nesse com as despesas inerentes ao seu
acompanhamento, havendo ainda a dificuldade de encontrar mão
 de obra especializada para a tarefa — explicou a senadora.

Ela ainda acrescentou que a proposição transfere a iniciativa para
definição do período de descanso anual, hoje nas mãos do
 empregador, para o empregado que tenha filho com deficiência,
“revelando-se benéfica para o próprio empregador, que não terá
a atenção de seus empregados dividida, comprometendo a
 produtividade de seu empregado”, disse. No parecer, Leila
apresentou apenas emendas de redação.

    Retirado do link:
https://maragabrilli.com.br/empregado-com-filho-com-deficiencia-podera-ter-prioridade-para-marcar-ferias/