segunda-feira, 19 de junho de 2017

Esta pequena nasceu sem uma orelha. O que ELE fez te deixará sem palavras!


       Esta pequena se chama Madison Shock, ela nasceu com microtia, uma estranha doença que afeta as orelhas e o ouvido. É isso mesmo, Madison nasceu sem sua orelhinha esquerda

                                     
                           
       O problema vai além da simples orelha, é que Madison está surda do lado esquerdo. Fora isso, ela não tem maiores complicações. Mas sabemos como as crianças podem ser cruéis. Assim, para que Madison tivesse uma infância comum, seus pais, Candace e Brian, decidiram encontrar uma forma para que sua pequena tivesse sua orelha.

   E havia uma forma, mas era muito invasiva e dolorosa, portanto, até os mesmos médicos não a recomendavam. Foi então que viram uma reportagem de Robert Barron, um antigo membro da CIA, especialistas protético. Seria ele quem poderia ajudar a Madison.

Madison tinha 5 anos quando Barron lhe preparou sua orelha especial. Certamente não era uma orelha funcional, mas parecia uma orelha de verdade. Desta forma, Madison poderia ter um rosto como o de todos, mas com um sorriso e uma orelha mais que especial.

Graças a Barron, Madison já pode crescer sem medo de que outras crianças zombem dela, ela já poderá crescer completamente feliz. Madison já era completamente feliz.


   Retirado do link :










segunda-feira, 12 de junho de 2017

Obesa Vira Piada Ao Cair De Carrinho. Mas Deixa Todos Arrependidos Ao Contar O Que Tinha Acontecido


   A obesidade é uma condição médica na qual se verifica acumulação de tecido adiposo em excesso ao ponto de poder ter impacto negativo na saúde



         A causa mais comum é uma combinação de uma dieta hiper energética, falta de exercício físico e susceptibilidade genética, embora alguns casos tenham origem principalmente por conta de genes, transtornos endócrinos, medicamentos ou transtornos mentais. O que é o caso de Knapp Wilkinson, uma mulher que vive em Missouri.
     Durante muito tempo, um “meme” que utilizava a foto de Knapp caindo de um carrinho elétrico foi espalhado pelo mundo todo. A imagem zombava da mulher e fazia piadas sobre o seu peso.
  Certo dia, sua irmã viu a imagem na internet e foi perguntar para Knapp se era ela na foto, para ver se estava tudo bem. Então a irmã contou o que aconteceu aquele dia e a irmã se sentiu mal por estarem zombando dela.
“A pior coisa sobre esta foto é que as pessoas pensam de uma mulher gorda derrubada sobre um carrinho, porque ela era muito preguiçosa demais para sair do carro para pegar o refrigerante”, disse ela em entrevista ao Daily Mail.
A verdade é que Knapp sofre de obesidade e luta para perder peso por causa de sua condição espinhal, ansiedade, TDAH e transtorno de estresse pós-traumático. Nesse dia, ela se sentiu fraca devido às condições de sua doença e não conseguiu manter-se firme.
“Os sintomas mais comuns nas pernas incluem uma sensação de fraqueza vaga. No meu caso, quanto mais tempo eu fico entorpecida, mais fracas minhas pernas se tornam”, disse ela em entrevista ao Daily Mail.
.
Retirado do link :


                                  

Jornal “O Globo” comete bullying contra filho de Trump


  Que a imprensa odeia Donald Trump é público e notório. Agora mais de um jornal persegue sua família – incluindo seu filho de 10 anos

          
   A grande imprensa brasileira e internacional está completamente desmoralizada e sem nenhuma credibilidade, tenha visto as recentes e mal-disfarçadas tomadas de posição em prol de grupos políticos de esquerda, as mentiras ou “fake news”, como cunhou o presidente Trump recentemente, pesquisas fajutas e, de fato, a campanha política descarada travestida de jornalismo “isento”.
Mesmo assim, conscientes disto, estamos diante do momento mais baixo, mais vil e mais canalha do jornalismo brasileiro.
Graças ao ódio ideológico que domina as redações, vemos um dos maiores jornais do Brasil fazer troça contra Barron Trump, o filho caçula de Donald Trump, de 10 anos de idade.

Já seria grave um jornal expor uma criança desta maneira. A coisa torna-se inaceitável quando vemos que, desde quando Barron Trump apareceu de maneira mais ostensiva nas TVs durante as eleições presidenciais, há sérias especulações de que ele seja autista.

Ele é inquieto, desajeitado, não fala ou aperta as mãos de ninguém, oscila quando anda e tem comportamentos repetitivos. É sabido que há uma conexãoentre a idade paterna e o autismo. Donald Trump já comentou sobre uma suposta relação entre alguns tipos de vacinas e o autismo. Além disso, a causa principal defendida por Melania Trump como primeira-dama será a luta contra o bullying.


Melania Trump, que parece dedicar todo seu tempo a seu filho, decidiu que ainda continuará a viver em sua residência atual até junho de 2017. O fato de Barron ter necessidades especiais explicaria sua desconcertante decisão de não viver na Casa Branca como primeira-dama.

Apesar de todas as suspeitas e rumores, o casal Trump nunca usou da condição do filho para fazer vitimismo de minorias, algo tão caro à esquerda mundial.
A comediante Rosie O’Donnell chegou a especular ironicamente em um vídeo sobre o fato de Barron ser autista. Melania Trump contratou um famoso advogado para levar adiante uma ação judicial pelo vídeo.


Por fim, a comediante se desculpou publicamente e pôs sua conta no Twitter em modo privado.
Até o momento, nem Donald nem Melania têm abordado estas alegações publicamente, nem tem havido qualquer prova de que Barron Trump tenha uma condição especial de saúde.
Porém o garoto Barron, o primeiro primeiro-menino desde JFK Jr. está, invariavelmente, sob os holofotes. Se for comprovado que ele tem uma condição especial, isso significaria que Donald Trump não usou politicamente um fato pessoal sobre seu filho que teria gerado simpatia pública por ele. Ele colocou a privacidade de sua família acima do ganho político, o que é certamente louvável.

Porém, mesmo que o menino seja perfeitamente saudável e que tudo isso sejam apenas boatos e idiossincrasias de um menino tímido assustado com o assédio público e os holofotes da mídia, o fato de um grande jornal brasileiro tripudiar da condição de uma criança, usando o malfadado recurso de reverberar o que “vira meme nas redes sociais” (geralmente meia dúzia de retweets de esquerdistas) é triste e lamentável.

O jornal O Globo, agindo como o valentão da escola que “zoa” o menino mais novo, quieto e magro, demonstra claramente a indignação seletiva que assola toda a militância comunista.

Usam grupos sociais como massa de manobra política. Se você é negro, gay, mulher ou deficiente, mas não é de esquerda, eles te acusam de capitão do mato, gay fascista, mulher machista ou, como foi neste caso, de ser um mimado “apático” que “despreza” os outros.

E fazem isso rindo da sua cara, mesmo se você for uma criança inocente que nem sabe ainda o que é direita ou esquerda.

Retirado do link :


Como A Meditação Altera As Vibrações Do Teu Cérebro


    Há vários séculos que quem pratica meditação já sabe aquilo que a ciência começou nos últimos anos a revelar. Isto é, que os benefícios da meditação são profundos na tua mente

            
   A meditação é o instrumento fundamental para acederes ao poder dos teus pensamentos, viver com mais paz, mais clareza e mais felicidade.
Aprender a “calibrar” a tua mente e focar a tua atenção num único pensamento é essencial para alcançar e manter a alta performance em qualquer área da tua vida.
Aliás, quando estamos a meditar o nosso cérebro passa por 5  frequências principais. Cada uma corresponde a diferentes tipos de atividades, e a diferentes formas de funcionamento do nosso cérebro.

Assim, Meditar Permite-Te Que Te Movas Conscientemente De Uma Frequência Alta Para Uma Frequência Mais Baixa, Ativando Diferentes Partes Do Teu Cérebro, O Que Te Trará Benefícios Para A Tua Vida.

Por exemplo, as ondas mais lentas, permitem-te ter mais tempo entre pensamentos, dando-te mais foco para pensares nos pensamento que queres realmente ter e nas ações que queres tomar.
Os tipos de frequências cerebrais dividem-se em 5 estados, em baixo deixo-te a descrição de cada um:
Estado Gama: (30-100Hz) –
Este é o estado da hiperatividade e da aprendizagem ativa. Este estado é o mais oportuno para reteres e manteres informação.
Estado Beta: (12-30Hz) –
 Este é o estado pelo qual passamos maior parte do dia. Este estado mantêm-nos a alerta. É o estado onde “trabalhamos” e “Pensamos”, é onde fazemos análises, planeamentos, avaliamos e categorizamos o mundo a nossa volta.
Estado Alfa: (9-13Hz) –
 As ondas cerebrais começam a abrandar os nossos pensamentos. Sentimos-nos mais calmos, em paz e seguros. Costumamos sentir que estamos neste estado depois de uma aula de Yoga, um passeio na natureza ou durante uma actividade que nos ajuda a relaxar corpo e mente. Estamos lúcidos, reflexivos, e temos uma atenção levemente dispersa.
Estado Teta: (4-8Hz) –
Neste estado conseguimos começar a meditar. Este é o ponto em que a mente verbal/racional dá lugar a mente meditativa/visual. Começamos a mover-nos da mente consciente para um estado profundo de consciência, com um forte sentimento de intuição, e maior capacidade para sentirmos o mundo como “um todo” e resolver problemas mais complicados.
Estado Delta: (1-3Hz) –
Este é o estado mais difícil de alcançar, é o estado que os monges budistas atingem ao fim de décadas de meditação, é uma fase de despertar da consciência. No entanto, para a maioria de nós, apenas conseguimos chegar a esta frequência através de um sono profundo e sem sonhos.

Estudos Recentes Da Universidade De Harvard E Do Centro Para Mindfulness Da Universidade De Massachusetts Observaram Que A Prática De Meditação Frequente Altera Positivamente A Estrutura Do Nosso Cérebro, Reduzindo As Várias Áreas Responsáveis Pelo Stress E Ansiedade E Aumentando A Produção De Neurotransmissores.

As boas notícias são que podes colher facilmente os benefícios da meditação, meditando apenas 5 minutos por dia ou atividades diárias.

    Retirado do link :


https://www.dharma5academy.com/blog/como-a-meditacao-altera-as-vibracoes-do-teu-cerebro/                 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Professora cria caderno de elogios para valorizar autoestima dos alunos


    Com meditação e trabalho interdisciplinar, crianças de uma comunidade pesqueira do Rio Grande do Norte passaram a se concentrar mais nas atividades escolares


                             
Tenho vinte anos de experiência na sala de aula, mas só pude comprovar há dez anos atrás o quanto é importante elogiar e valorizar a autoestima das crianças. Trabalho com os meus alunos de forma interdisciplinar e faço rodas de conversa que ajudam a direcionar a nossa mente para práticas contemplativas e meditativas.
A ideia é extrair o que as crianças têm de melhor. Durante alguns minutos, agradecemos por tudo o que temos e pensamos em sonhos que já foram realizados. Apesar de enfrentar resistência no início, aos poucos começamos a alcançar os nossos objetivos.
No Centro de Educação Integrada de Maracajaú, em Maxaranguape (RN), os alunos do quinto ano do ensino fundamental passaram a ter melhor concentração, o que facilita bastante o rendimento nas atividades escolares.


Para que os alunos possam adquirir confiança e demonstrar os seus interesses, organizo pequenos grupos de estudo com monitores. Faço a distribuição deles conforme diferentes níveis de aprendizagens, possibilitando que tirem dúvidas e aprendam juntos. Ao perceber que podem auxiliar no processo de aprendizagem dos colegas, eles sentem ser úteis e também ficam mais seguros.
Todos os dias tentamos usar palavras positivas e frases afirmativas. Na nossa sala, construímos um caderno de elogios e uma mala de sabedoria com livros e histórias altruístas. Nós confeccionamos o caderno com folhas de rascunho e decoramos com recortes, colagens e desenhos criativos feitos pelos alunos.
Também chamamos essa atividade de correio da amizade. Durante a semana, escolhemos um momento no início ou no final da aula para escrever elogios aos colegas, professores ou qualquer outra pessoa da comunidade escolar. É um momento grandioso, que além de estimular a leitura e a escrita, ainda ajuda a melhorar o relacionamento na escola.
O projeto está sendo ampliado, e outros professores dos anos finais do ensino fundamental estão trabalhando com essa ideia. O caderno de elogios também é usado pela equipe pedagógica e os demais funcionários da escola. Nós deixamos ele na sala dos professores e em algum momento do dia exaltamos as qualidades dos nossos colegas para manter um ambiente de convívio harmonioso.
Faço esse trabalho há dez anos, pois me coloco no lugar dos alunos, que estão acostumados a passar uma manhã inteira levando broncas, fazendo tudo o que os professores pedem e sendo obrigados a sentar em outro lugar para não conversar com o colega do lado.
Tenho duas filhas e sempre pergunto como elas gostariam que os professores atuassem na aula. Com esse retorno, tenho ampliado minhas manhãs com atividades inovadoras, que buscam unir a prática e usar os livros para transformar a aula teórica de forma desafiadora.
O professor Marcos Rogério Silvestre me possibilitou conhecer, estudar e aprofundar meus conhecimentos no modelo do Projeto Âncora. Aprendemos com os demais colegas de trabalho e, principalmente, com o educador José Pacheco sobre autonomia, diversas formas de avaliar uma criança e como ter um momento de escuta para saber o apelo de cada um dos nossos grandes gênios. Cada um é diferente, aprende de uma forma diferente e gosta de coisas diferentes.
Mesmo trabalhando em uma pequena comunidade pesqueira, encontro pais gratos pela educação global dos seus filhos. Eles se envolvem em pequenas ações e também contam que percebem uma mudança de comportamento e atitudes por parte das crianças. Com uma educação emocional e afetiva, tento preparar as crianças para um mundo novo.
         Retirado do link :
http://porvir.org/professora-cria-caderno-de-elogios-para-valorizar-autoestima-dos-alunos/

Médico indica menos remédio e mais espiritualidade contra a depressão


     A receita, à primeira vista pouco ortodoxa para um psiquiatra, é do doutor Jorge Jaber, professor de pós-graduação em psiquiatria na PUC-Rio e pós-graduado em dependência química pela Harvard Medical School

    Ele celebra a evolução dos medicamentos para os pacientes que usam antipsicóticos (doentes com esquizofrenia ou transtorno bipolar, por exemplo), mas alerta para o preocupante abuso na utilização de diazepínicos – os chamados “tranquilizantes” ou ansiolíticos – que podem vir a deteriorar a saúde mental e física. Ele lembra que dormimos menos com a idade, e exercitar-se pode ser o melhor agente para regularizar o sono, não os remédios que levam à dependência.

Utilizar a medicação não é suficiente”, afirma. “É importante que a pessoa faça exercício, se envolva com atividades de ordem espiritual, ou ligadas à arte, que inclusive se tornaram mais acessíveis aos idosos. Somos o resultado de genética e meio ambiente. Não só isso vai alterar a resposta genética, como terá grande influência no sentido de criar um novo estilo de vida”.

O doutor Jaber aconselha também as técnicas de meditação, como o mindfulness, método criado para aliviar a ansiedade e o estresse. O objetivo é trazer a atenção para a respiração e as sensações corporais, como tensões musculares ou dores. O foco no que o corpo nos diz é o maior aprendizado na experiência do mindfulness, de forma que consigamos relaxar em qualquer ambiente. “A espiritualidade modifica o prognóstico da doença”, ensina.

Na sua opinião, um ponto de atenção é o número crescente de casos de depressão entre as mulheres mais velhas:

“É frequente que se sintam sem um papel social definido, porque não têm uma carreira ou uma atividade gratificante. Além disso, os filhos cresceram e muitas se ressentem da falta de uma relação estável. O resultado é que deixam de enxergar possibilidades”.

 O diagnóstico obedece à observação de uma série de fatores: falta de interesse pelas coisas, problemas de memória, alteração no apetite e no sono (para mais ou para menos) e irritabilidade. Para o doutor Jorge Jaber, não se pode afirmar categoricamente que a envelhecimento está associado à depressão: “o que acontece é que, na maioria dos casos, essa depressão não foi corretamente diagnosticada no primeiro ou no segundo episódio.

Depois, esses episódios vão se repetindo e se tornam o padrão na vida do paciente. E mais uma vez eu reforço: o exercício físico produz neurotransmissores que atuam na prevenção da depressão”.


            Retirado do link :






Jornalista com microcefalia faz apelo para que STF não libere aborto


  Ana Carolina disse que se sentiu ofendida ao se inteirar sobre a ação que prevê a liberação do aborto em mulheres grávidas que tiveram zika, no Supremo Tribunal Federal (STF)

         
Ana Carolina Cáceres, 25 anos, moradora de Campo Grande (MS), desafiou todos os limites da microcefalia previstos por médicos. Hoje, formada em Jornalismo, critica ação que prevê a liberação do aborto em mulheres grávidas que tiveram zika, devido à associação do vírus com a microcefalia. Ana Carolina gravou um vídeo para manifestar sua opinião sobre o debate e pedir para que as pessoas se sensibilizem com a realidade dessas crianças. Ela faz um apelo para que o STF não libere o aborto.

Em entrevista ao site BBC Brasil, Ana Carolina disse que se sentiu ofendida ao se inteirar sobre a ação no Supremo Tribunal Federal (STF). “Quando li a reportagem sobre a ação que pede a liberação do aborto em caso de microcefalia no STF levei para o lado pessoal. Me senti ofendida. Me senti atacada”.
No vídeo, Ana Carolina defende o nascimento das crianças com microcefalia. “Através desse vídeo venho pedir a todos para pensar sobre a liberação do aborto de crianças com microcefalia. Essas crianças podem até nascer com deficiências, mas tenho plena certeza que vocês vão aprender e muito com elas.
Elas têm direito de ter de vir ao mundo e viver, provando que são capazes.  Como eu, conheço outros cinco casos, aqui da minha cidade também, que foram capazes de superar seus limites”, afirmou a jornalista.   

                                                     

                        Chance

  Ela conta que no dia em que nasceu, o médico falou que ela não teria nenhuma chance de sobreviver. “Tenho microcefalia, meu crânio é menor que a média.

 O doutor falou: ‘ela não vai andar, não vai falar e, com o tempo, entrará em um estado vegetativo até morrer’”. Em resposta ao prognóstico, Ana Carolina começou a andar com apenas um ano. Estudou, entrou na Universidade e acredita que é porta-voz das pessoas com microcefalia.

“Se vocês deixarem essas crianças nascerem, vão aprender muito. Primeiro, porque a microcefalia por ser uma doença rara, até então, não tinha estudos acerca dela. Então, essas crianças podem ajudar a Ciência a descobrir mais sobre essa síndrome.
“O segundo ponto é que a partir do momento em que você investir na melhoria dos tratamentos, você também vai investir em melhorias nos serviços da saúde pública para outras pessoas”, argumenta Ana Carolina.
Ao finalizar o vídeo, a jornalista aponta que a microcefalia não é uma ciência exata. “Não são todos casos que a síndrome é grave, isso varia muito. Não é justo impedir o nascimento dessas crianças. Elas podem mostrar a sociedade que são capazes, assim como eu sou, assim com essa criança que conheci recentemente vem se provando capaz. Deixem elas viverem”.
                Retirado do link :