segunda-feira, 9 de março de 2020

Precisamos de menos Whatsapp e mais abraços!


  Vivemos em uma era de tecnologia, temos ao nosso dispor todas as ferramentas necessárias para nos conectarmos com pessoas do mundo todo, redes sociais, aplicativos de mensagens instantâneas e de chamadas de vídeo e mais muitos outros

         
     Isso é muito positivo, porque podemos nos manter próximos das pessoas que amamos, ainda que estivermos do outro lado do mundo.

No entanto, por outro lado, vemos cada vez mais pessoas presas no mundo virtual e isoladas daqueles que estão ao seu lado. Isso é alarmante e nos mostra que é necessário discutirmos sobre a influência da tecnologia nos relacionamentos interpessoais físicos, no “mundo real”.

 É muito bom conhecer pessoas de diferentes nacionalidades e culturas e é ótimo manter contato com nossos amigos e familiares que moram longe através da internet, mas substituir ou negligenciar a presença física, os abraços, as conversas sinceras, os momentos de diversão não é saudável para nós.

Somos seres sociais que prosperam no relacionamento com o outro, e por isso as mensagens de texto e emojis nunca serão a nossa verdadeira maneira de nos mostrarmos ao mundo.

As redes sociais, apesar de nos aproximarem de quem está longe, também nos afasta daqueles que estão perto, isso é um fato que se percebe mesmo na mais rápida análise da sociedade. As pessoas se falam cada vez menos, não se olham nos olhos e não sabem mais como criar relacionamentos ao vivo porque estão ocupadas demais olhando para as telas de seus celulares.
Precisamos simplificar nossas vidas novamente, estabelecendo um equilíbrio entre vida real e vida online.

 Precisamos de mais abraços e menos Whatsapp, de mais momentos e menos mensagens, de mais intensidade, viver momentos com nossas almas, de uma conexão mais profunda com nós mesmos e com as pessoas ao nosso redor. Devemos aprender a nos aceitar mais como somos e dependermos menos de curtidas para reconhecermos nossa verdadeira beleza e dons.

Os benefícios da tecnologia são inegáveis e sua influência em nosso mundo tem a parte positiva, mas precisamos aprender como usá-la para nos alavancar e não limitar, para que seja um complemento positivo para as nossas vidas, mas para que não se torne nossas vidas.
A era digital nos abre um novo mundo, mas não deve substituir o que já temos, os relacionamentos, as conversas, os carinhos, o amor.

Um dispositivo eletrônico nunca será melhor do que uma verdadeira companhia, não devemos nos acostumar a viver atrás de uma tela, não quando temos um grande e maravilhoso mundo para habitar. Muitas coisas, apenas a vida real pode nos oferecer.

Por isso, acrescente mais realidade à sua vida! Saia do celular e celebre as pessoas que estão com você. Abrace, procure para conversar, viaje, sinta o máximo que puder com as pessoas em sua vida. Nada pode substituir a verdadeira felicidade proporcionada pelos bons momentos compartilhados ao lado de outra pessoa. Esse é um dos bens mais preciosos da vida!


A vida perfeita não existe. Todo mundo enfrenta alguma batalha


   Precisamos entender que existem dias que são ruins mesmo e que as coisas não vão bem, parar de pensar que a vida perfeita existe, afinal todo mundo enfrenta alguma batalha


               
Sejamos gentis com nós mesmos e paremos de nos cobrar tanto. A tempestade vai passar e logo o Sol voltará a brilhar novamente.

Temos a sensação de que a vida de todo mundo caminha perfeitamente, também temos a ideia de que o equilíbrio é uma vida perfeita em todas as esferas: profissional, afetiva, pessoal e por aí vai. E então, nos dias ruins, parece que somos os únicos a passar por aquilo.
 Temos a ideia (ilusória) de que o relacionamento de todo mundo é perfeito, na vida profissional, todo mundo é realizado e que a nossa ansiedade, nossas angústias, etc. são algo apenas nosso, no nível individual.

Mas não são. Tenho percebido que muita gente está em sofrimento, passando por dias ruins. Descontente com o trabalho, não realizada na profissão, com problemas no relacionamento. E ninguém fala sobre esses assuntos, ninguém os compartilha, seja por medo do que vão pensar, seja pela forma como os outros reagirão…

Vai passar!Estamos vivendo numa sociedade cada vez mais doente e que produz adoecimento, por isso pare de se cobrar tanto, de se comparar com os outros, de achar que o dia ruim só existe para você, porque todos nós temos nossos dias péssimos, dos quais não vemos a hora de terminar.

Todo relacionamento tem os seus perrengues e, por mais que a gente estampe a vida perfeita por aí, no fundo, ninguém é feliz 24 horas por dia. Não se esqueça disso e entenda que sofrer faz parte de todo processo de amadurecimento.

Crescer dói, amadurecer dói, mudar dói, mas permanecer no lugar também dói. Processos levam tempo e uma fase ruim não durará para sempre, pois logo a tempestade passa e você se fortalece com isso tudo.

quarta-feira, 4 de março de 2020

Jovem com autismo severo tem sua vida salva através do balé


  Um homem de 20 anos diagnosticado com a forma mais severa de autismo com uma idade muito jovem hoje dança em uma companhia de balé que ele credita por salvar sua vida

                             

“Eles disseram que eu nunca seria capaz de viver por conta própria ou cuidar de mim”, disse Philip Martin-Nelson ao MyFoxNY.com.


Até os três primeiros anos de sua vida Philip era incapaz de falar, fazer contato visual ou até mesmo permitir que alguém o tocasse.

Seus pais procuraram terapia e o matricularam em aulas de esportes e ginástica. Quando ele finalmente ganhou a habilidade de falar, ele disse que queria dançar.

“Minha mãe costumava dizer que nos levaria no programa do Barney na TV e eu memorizava as danças”, disse Philip.
Quando ele tinha 6 anos, fez sua primeira aula de balé e desde então a dança o mantém desbloqueado.

“Essa foi a primeira vez que me concentrei, e a primeira vez que me vi realmente querer fazer algo e realmente prestar atenção”, disse.

A dança começou a afetar todos os aspectos da sua vida.
Hoje Philip é o bailarino principal em Les Ballets Trockadero de Monte Carlo, uma companhia de balé composta apenas por homens.

Ele credita a seus terapeutas e seu sistema de apoio para que ele esteja onde está hoje.

“O balé salvou a minha vida inteira. Se eu não tivesse balé, se eu nunca pisasse em uma aula de balé eu provavelmente nunca teria me recuperado”, desabafou.
“Eu provavelmente ainda estaria em escolas especiais tentando apenas para sobreviver”, disse.





“O menino do pijama listrado”: o filme que nos ensina o valor da amizade e do amor


   Os filmes são, sem dúvida alguma, uma das formas de arte com as quais mais nos identificamos, eles contam os mais diversos tipos de história que nos fazem rir, refletir, chorar e nos ajudam a nos tornarmos pessoas melhores

                     

Cada um de nós possui seu estilo de filme preferido, mas existem alguns com que todos concordamos serem incríveis por tudo o que são capazes de nos mostrar e ensinar, e, com certeza, “O menino do pijama listrado” é um dos mais emocionantes e cheios de sabedoria dos últimos anos.

Baseado no livro de John Boyne, publicado em 2006, o filme é ambientado na Alemanha e conta a história de amizade de duas crianças completamente opostas. Bruno é filho de um comandante nazista de alto escalão, enquanto Schmule é um menino judeu que vive em um campo de concentração.

As duas crianças vivem vidas diferentes, experimentam sentimentos diferentes e são separadas por uma sociedade má e extremamente preconceituosa, o que não as impede de se aproximar e desenvolver uma amizade realmente pura, livre de qualquer tipo de preconceito.

Bruno, que faz de parte de uma família tradicional, em que o homem da casa manda e a mulher e os filhos obedecem, é um menino extremamente inteligente, e devido à sua curiosidade, um dia decide explorar os fundos de sua casa nova, onde encontra Schmule, um menino de sua idade, mas que vive num campo fechado com arames, usa roupa numerada e parece sempre sujo e faminto.

Schmule vive uma realidade completamente diferente da de Bruno. Aprisionado junto com sua família no campo de concentração, ele cresce com muito medo e não tem a oportunidade de realmente ser criança. Seus dias são cheios de muito trabalho e cansaço, mas as coisas pareceram mudar para melhor quando conhece o outro menino, que decide ajudar o amigo com o que pode.

Nem os piores horrores separam os verdadeiros amigos, os dois meninos pouco sabem das realidades um do outro, o que não os impede de se tornarem amigos. Isso acontece porque as crianças são puras, desapegadas de preconceitos e de sentimento de superioridade. Elas apenas querem estar juntas e ser felizes.

Apesar de a sociedade tentar separar os dois meninos, os seus valores e compatibilidades os mantêm unidos. A força do vínculo e amizade que construíram é tão grande que os leva a morrer juntos. Sua amizade é tão verdadeira e forte que supera até mesmo a maldade do Holocausto, o período mais cruel da nossa História.

“O menino do pijama listrado” é um filme que nos fazer refletir sobre muitas coisas, como: nossos valores, a maneira como guiamos a nossa vida, tratamos as pessoas ao nosso redor e permitimos que as ideologias do mundo nos manipulem.

Ele nos ensina a valorizar as pessoas, a tratar todos com amor e a entender o poder de uma amizade. Se você ainda não teve a oportunidade de assistir a esse filme, faça isso o quanto antes. Além de se emocionar, você certamente aprenderá lições que o tornarão um ser humano muito melhor.


Bicicleta criada que permite passear com cadeirantes vira sucesso na internet


    A bicicleta adapta originalmente foi criada para que Bill conseguisse levar a sua esposa com Alzheimer, Glad, para passear ao ar livre

                    


 Mas o que foi feito por amor, acabou se tornando um enorme sucesso, pois agora permite que várias pessoas com mobilidade reduzida, principalmente cadeirantes, possam ter companhia e meios para aproveitar a vida.



A bicicleta que parece bastante com um triciclo foi criada e projetada especialmente para passeios ou rotas que permitem a transferência de pessoas com mobilidade reduzida. a bicicleta exige que uma pessoa pedale enquanto a outra é levada na frente numa cadeira totalmente confortável.

A cadeira pode levar uma pessoa com dificuldades motoras porque ela não requer pedal. Sem dúvida, é uma invenção incrível que permite que pessoas que antes não podiam sair com normalmente ou que tinha grandes dificuldades de locomoção, apreciem o ar livre novamente.

Para saber mais como ela funciona, veja o vídeo abaixo que mostra o amor profundo responsável pela criação dessa maravilhosa invenção.




segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Psicologia e Serviço Social nas redes públicas de educação básica agora é Lei


   Agora é Lei, no Diário Oficial da União, a Lei nº 13.935/2019,
que dispõe sobre a prestação de serviços de Psicologia e
 de Serviço Social nas redes públicas de educação básica

                
A lei foi promulgada pelo presidente da República e entra em vigor
na data de sua publicação.

Após a promulgação, o Poder Executivo Federal deve providenciar
a regulamentação da Lei. Agora, inicia-se um novo ciclo de luta
 pela garantia da regulamentação e da implementação da nova
medida.

É de responsabilidade do Poder Executivo elaborar a regulamentação
 da Lei, através de Decreto, que é uma norma jurídica expedida
pelo chefe do Poder Executivo com a intenção de pormenorizar as
disposições gerais e abstratas da lei, viabilizando sua aplicação
em casos específicos, encontrando amparo no artigo 84, inciso
IV, da Constituição Federal.

O Art. 2º da Lei estabelece que os sistemas de ensino disponham
 de 1 (um) ano, a partir da data de publicação desta Lei, para tomar
 as providências necessárias ao cumprimento de suas disposições.

Mobilização, luta e vitória

O Conselho Federal de Psicologia (CFP), demais instituições
que compõem o Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia
(FENPB) e o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) realizaram
 diversas atividades e mobilizações junto aos congressistas desde
 o início do ano pela aprovação do PL. Foram inúmeras conversas
 e audiências com parlamentares, mobilização que garantiu a
aprovação no Congresso Nacional e, depois, a a derrubada do veto
 integral da Presidência da República ao PL nº 3.688/2000.



"Violência verbal também é um comportamento agressivo”


   GNR relembra que “as palavras também deixam marcas”.
Denuncie


                
 Guarda Nacional Republicana (GNR) relembrou na sua página de
 Facebook, que a violência verbal também é um
comportamento agressivo e que deve ser denunciado.

No texto que acompanha a imagem de um homem a ouvir a palavra
 “estúpido”, os militares recordam que “as palavras também deixam
marcas. A violência verbal é um comportamento agressivo, que
 tem a intenção de infligir dor e angústia na vítima, através de,
 ameaças, humilhações, intimidação ou insultos”.

Por isso já sabe, se sofre, ou conhece alguém que sofre, deste
 tipo de violência, denuncie