segunda-feira, 10 de setembro de 2018

25 artistas vítimas de bullying compartilham suas histórias Bullying é assunto sério e todo mundo já sabe disso (né?)



   O que nem todo mundo sabe é que muito dos ídolos da música pop também já foram vítimas de bullying ,tanto antes quanto depois da fama e conseguiram dar a volta por cima. 


  Como diria Frank Sinatra, a melhor vingança é um sucesso estrondoso. Eles conseguiram dar a volta por cima, então você consegue também 

                   
Existem vários tipos de bullying: pode ser verbal, físico, moral, psicológico, material, sexual e virtual. Caso seja vítima ou conheça alguém que passe por isso, busque ajuda. Desde 2015, existe no Brasil uma lei contra a prática do bullying – que pode ocorrer em qualquer ambiente, não apenas o escolar. Não se cale, nem se envergonhe.

                     
              ANITTA

                  “Eu tinha que esconder que eu cantava, eu não falava pra ninguém. Quando descobriram [na empresa que trabalhava] foi uma piadinha, uma palhaçada, já queriam me mandar embora, me olhando feio.”
BELINDA

“Dos 7 aos 17 anos, foi uma época difícil, não tinha amigas. As meninas implicavam comigo desde pequena se eu era a da novela e que, se Ana tinha poderes em ‘Amigos x Siempre’, eu estava louca. Ou seja, muitas coisas me incomodavam. O famoso ‘Sapito’ sempre foi como esse bullying que viam que me afetava, então se aproveitavam. Eu já pensei… Quando era menorzinha: ‘não, já não quero estar aqui, estou muito triste, não encontro nenhuma motivação’. Mas sempre acontece algo que me faz mudar de posição e desfrutar das coisas bonitas. 

BEYONCÉ

Ela era chamada de “Dumbo” na escola, porque tinha orelhas grandes. As crianças diziam que suas orelhas eram “maiores do que a cabeça”.

CHRISTIAN CHÁVEZ“

Me diagnosticaram com ansiedade e depressão aos 15 anos, estava em uma escola religiosa apenas para homens e nunca faltaram bullying, empurrões, humilhações por ser diferente, por não gostar de futebol, mas sim de arte. Chegava em casa com vergonha de contar aos meus pais e terminava chorando no meu quarto pedindo a Deus que me transformasse, que me fizesse ‘normal'”

CHRISTINA AGUILERA

“Eu tenho definitivamente experimentado formas de bullying, e por isso é importante para mim escrever músicas como ‘Beautiful’ e ‘Fighter’. ‘Lotus’ é sobre ser uma flor inquebrável que sobrevive ao teste do tempo. Ao longo do ambiente mais violento e das condições climáticas mais adversas, ela permanece forte e prospera”.

DEMI LOVATO

“Havia uma petição que passou pelo colégio pedindo que eu me matasse. E muitas pessoas assinaram, dizendo: ‘Sim, esperamos que ela leve a ideia adiante’. Eram coisas muitos maldosas, que fazem seu estômago revirar. Também havia uma ‘parede do ódio a Demi ‘, que ficava em um banheiro cheio de coisas nojentas escritas. Eu lidei com isso e acabou me tornando uma pessoa mais forte. Ainda demoro a confiar nas pessoas, especialmente mulheres. Fico sempre alerta, porque sei do que elas são capazes”.

ED SHEERAN“

Acho que todo mundo passa por um pouco de bullying no colégio. Claro que você é escolhido como alvo para certas coisas, mas eu acho que acaba sendo positivo. Eu era uma criança bem esquisita, com óculos grandes, problemas de audição, gagueira, cabelo vermelho, mas eu hoje sou um músico bem sucedido e não tenho nada do que reclamar. Saí do outro lado e desabrochei”.

IGGY AZALEA

“Foi ótimo receber bullying sem parar até que eu literalmente quisesse morrer porque todos descobriram uma performance ruim do início da minha carreira. Graças a Deus, sou uma pessoa forte. Esses comentários me lembram a importância de ser sempre gentil”

IZA

“Já imaginou quantos negros circulavam na melhor escola particular de Natal? Eu. Só eu. Nos shoppings que eu frequentava, também era a única. Todos olhavam para mim e eu perguntava: ‘Mãe, por que tá todo mundo me olhando?’. Ela respondia: ‘Porque tu é muito linda’. Eu acreditava e sorria de volta. Mas a gente vai crescendo, ganhando malícia e entende a real”.

JADE THIRWALL

Ela teve anorexia aos 13 anos por causa de bullying e racismo vividos no colégio. “Meu período menstrual havia parado e as coisas estavam ficando fora de controle, mas não acho que eu me importava com o que estava acontecendo comigo. Eu me senti tão depressiva no momento que tudo o que eu gostaria de fazer era desaparecer. É algo auto-destrutivo, [que te faz ser] teimoso. Então quando alguém tenta lhe contar algo você coloca em sua cabeça que eles estão contra você, e você não os escuta”.

JUNIOR LIMA

“Eu sofria bullying por tudo: eu tinha o cabelo arrepiado, então era o cabelo, era porque eu era famoso, porque eu era o filho do sertanejo. O sertanejo não tinha o status que tem hoje em dia. Então houve um período da minha vida que eu tive que aprender a andar fingindo que não estava ouvindo, me fingindo de surdo no colégio.

 Tive que superar esse isso tipo de coisa muito cedo. Eu sofria muito bullying e eu fazia bullying. O gordinho eu chamava de gordinho quando eu era moleque. Eu não fui só vitima, eu também fiz muito. Você cresce nessa ambiente. Se você for diferente você vai ser o coitadinho, então você dar um jeito de ser ‘malandrão’ também”.

KELLY CLARKSON

“Um grupo de homens pensou que era OK se sentar em torno de uma mulher jovem e fazer bullying com ela. Elesme disseram para calar a boca e cantar. ‘Meaning of Life’ é o primeiro álbum que fiz sem ligar para minha mãe querendo abandonar tudo. E não sou um bebê. Sou forte. Existem músicas sobre isso! Sou uma mulher muito poderosa, confiante, mas ao mesmo tempo você se sente abatida”

LIAM PAYNE

“Quando ainda estava na escola, sofria bullying por parte de alunos mais velhos do que eu. Na época, contei para os meus pais e professores, mas nada mudou e tive que dar um jeito de me virar sozinho com aquilo. Fui para um acampamento onde aprendi a lutar boxe. Isso me deu confiança para entender que eu precisava revidar e que poderia enfrentar qualquer um. Também fiquei amigo de um rapaz mais velho. Ele me pegava no colégio e fingia ser meu irmão. Assim que o viram, o bullying acabou”.

LORDE

“Eu me lembro desses jovens online, acho que eu bati as pessoas preferidas deles ao conseguir o primeiro lugar, e eles diziam: ‘ela que se foda. Ela tem olhos muito separados’. Eu me lembro de pensar: ‘nossa, como eu cheguei até aqui sem saber que meus olhos são muito separados?’ Eram coisas esquisitas assim. Aquilo [o sucesso] mexeu comigo e poderia me fazer mal, sabe? Eu me lembro de me fazerem ter consciência sobre minha aparência e meu corpo de uma maneira que nunca tinha visto antes”

MEL C

Ela sofria bullying das próprias Spice Girls. “A música ‘Version of Me’ é sobre estar em uma situação, como jovem adulta, na qual sofri bullying e como isso me afetou e me moldou. Foi direcionado. Elas estavam cientes do que faziam. Elas se desculparam. Agora que estou mais velha, estou muito mais confiante e não deixo ninguém passar sobre mim. Mas quando era jovem eu deixava que as pessoas fizessem isso.

O que aconteceu, aconteceu, mas eu gostaria de ter sido mais forte. Quando éramos jovens, nós éramos muito duras umas com as outras e tão determinadas a fazer sucesso que, caso alguém saísse de linha, logo era colocada de volta. Era muita pressão para se aguentar”.

MILEY CYRUS

“Quando tinha dez anos, eu era solitária, sem amigos e muito triste. As outras meninas me prenderam dentro do armário e fiquei batendo na porta até machucar meus pulsos. Ninguém veio. Fiquei mais ou menos uma hora presa, esperando alguém me ajudar, e pensando o quanto minha vida estava arruinada.

Certo dia, no intervalo, três garotas ficaram em volta de mim. Meu estômago fez até barulho. Eu segurei meu sanduíche de queijo como se fosse a mão da minha melhor amiga. Basicamente, (o sanduíche) era meu melhor amigo naquela época. Elas ficaram me zoando e pedindo para me levantar. Fiquei sentada, congelada. Não sabia o que fazer. Finalmente, não pude mais aguentar. Não sou uma pessoa de recuar assim.

O que elas poderiam fazer comigo? Tinha um monte de gente em volta. Eu era um palmo menor que elas, mas me levantei e disse, ‘Qual é o problema de vocês? Já fiz alguma coisa de errado?'”

NICKI MINAJ

“Passei por muito bullying. As meninas faziam da minha vida um inferno. Eu e minha família viemos de outro país para a América. Eu e meu irmão tínhamos sotaque. Foi muito duro, então sempre coloquei esse muro. Era um mecanismo de autodefesa, porque eu estava quase esperando que as pessoas me atacassem. 

NORMANI

“Fui terrivelmente vítima de bullying nas redes sociais. Houve imagens. As pessoas estavam me chamando com a palavra que começa com N. Foi realmente feio. Toda vez que eu me conectava, era ‘oh, te odiamos muito, você é totalmente sem talento!’. Eles fizeram montagens minhas sendo chicoteada, batida, pendurada. Eu me senti sozinha, desesperada, sem ajuda”.

PABLLO VITTAR

“No ensino fundamental foi bem difícil, sofri muito porque as pessoas não entendiam, na verdade, o rolê do gay, de gênero. Era uma coisa que não era discutida na escola, não era falada. Uma vez eu tava na fila da merenda e um menino virou um prato de sopa quente na minha cara, porque eu estava falando com a minha amiga. Porque eu estava falando com a minha amiga e ele se virou para mim, e jogou aquele prato de sopa quente em mim porque na cabeça dele eu tinha que agir como homem, falar com voz de homem, ser homem”.

RIHANNA

Em entrevista à revista Allure em 2008, ela revelou que os amiguinhos no colégio implicavam com ela por ser mais clara que os demais. Em Barbados, era considerada “branca demais”. “Eu não entendia. Eu só sabia que via pessoas de todos os tons diferentes e eu era clara. Agora estou em um mundo muito maior”, disse.
SAM SMITH“Um bando de garotos da escola rival ficavam gritando insultos para mim quando eu andava de casa até a estação de trem. Eu me lembro de caminhar para a estação ouvindo gritos de ‘viado’ o tempo todo. Foi a coisa mais mortificante, mas não tanto para mim. Eu sabia que aquelas pessoas eram estúpidas, babacas sem educação”

SELENA GOMEZ

“Eu sei o que é ser vítima de bullying. Frequentei o maior ensino médio do mundo, o Disney Channel. E minha mãe teve várias histórias com bullying. Ouvi o que ela passou crescendo. Ela nunca escondeu nada. Eu deleto o aplicativo do meu celular pelo menos uma vez por semana. Você foca nos comentários negativos. E eles não são tipo ‘você é feia’.

Eles são mais profundos, chegam na sua alma. “Imagine todas as inseguranças que você já tem sobre você e alguém escreve um parágrafo apontando cada um dos problemas – mesmo que seja apenas físico”.

SHAWN MENDES

“Eu sempre fui alto e magro. As pessoas zombavam das minhas pernas magras”.

SOPHIA ABRAHÃO

“Eu sempre fui bem magra, daquelas garotas que não têm peito nem bumbum. Estava bem longe do padrão de beleza de que os meninos gostavam e, por isso, eles costumavam me ignorar – e até fazer bullying. Minha autoestima era bem baixa. Evitava mostrar as pernas e até já cheguei a usar duas calças e cinco sutiãs para dar mais volume às curvas, que não existiam.

 Acho que esse drama se reflete até hoje em mim, às vezes me sinto estranha colocando biquíni. [Na época de ‘Rebelde’] Descobri grupos [na equipe] de troca de mensagens só para me zoar”.

TAYLOR SWIFT

“Alguns anos atrás, alguém me chamou de cobra em uma mídia social e isso pegou. Depois, muitas pessoas me chamaram de vários nomes na internet. E eu passei por momentos muito ruins por causa disso. Eu cheguei a duvidar que continuaria minha carreira. Mas, se alguém usa xingamentos para te intimidar na internet, mesmo que muitas pessoas também entrem nessa, isso não tem que te derrotar.

Pode fortalecê-lo. Você não deveria se importar tanto caso se sinta incompreendido por muitas pessoas que não o conhecem, contanto que você se sinta compreendido pelas pessoas que conhece, que te apoiam e que vêem você como um ser humano”.

                 

Não fico mais com raiva: só olho penso e me afasto


   Para ter força para lidar com situações complicadas devemos aprender a tomar uma certa distância emocional, a questionar o que se apresenta para nós e a pensar antes de tomar qualquer decisão

                

Como com tudo na vida, para aprender isso é necessário tempo e experiência, muita experiência.

Assim, podemos dizer que a distância emocional é uma regra implícita que nos permite ver e sentir as coisas de uma outra maneira, pois damos tempo para que as emoções como a raiva percam força e podemos então entender melhor nossos sentimentos, os quais nos permitem compreender com mais clareza o que pensamos e como queremos realmente agir.

Ou seja, fazer isso, se distanciar, serve para lidar melhor com nossas emoções e assim conseguir coerência entre nossas opiniões e nossas ações sobre um tema determinado, como por exemplo as atitudes de uma pessoa
Como se distanciar emocionalmente de uma situação?Agora, como fazer isso? Como se distanciar emocionalmente de uma situação? Essa resposta não tem uma fórmula mágica, pois depende de muitos fatores pessoais e circunstanciais, assim como fatores relacionais.

Há pessoas às quais damos enorme importância, e nos distanciarmos das emoções que temos quando estamos com elas é, sem dúvida, uma das tarefas mais complicadas que temos que concluir na hora de montar o quebra-cabeça para compreender o que está acontecendo.

Mesmo assim, e mesmo considerando que não temos uma receita perfeita que nos leve a tomar a distância ideal do melhor modo possível, podemos destacar a maior parte dos ingredientes que acabam nos faltando para conseguirmos nos distanciar emocionalmente nas situações mais difíceis para nós.

Conforme já falamos, é indispensável que respeitemos o tempo, pois tempo é necessário para vermos mais nitidamente nossas emoções. Metaforicamente, podemos ilustrar essa questão com as cores dos semáforos: vermelho, amarelo e verde.

Diante de uma afronta, provavelmente a luz amarela pisca para rapidamente passar ao vermelho. Ou seja, quando somos invadidos, por exemplo, pela raiva, pela tristeza, pela alegria ou por qualquer outra emoção, nosso semáforo rapidamente se torna vermelho, e nesse momento não devemos tomar decisões.

Com o semáforo vermelho devemos frear nossa reação emocional e esperar um tempo para compreender exatamente o que pensamos, sentimos e o que vamos fazer.
Observe, olhe e afaste-se se for necessário, mas não tome decisões permanentes a partir de emoções que são temporárias, ainda que tenha vontade de dizer muitas coisas em determinadas situações ou de gritar, você pode se manchar para sempre.

 Dê tempo para que suas emoções se estabilizem novamente, vá dar um passeio, pinte um desenho ou deixe passar uns dias antes de decidir e lidar com a situação ou pessoa que te irritou ou entristeceu.

Quando o tempo passa algumas coisas simplesmente deixam de ter importância, e alguns detalhes que antes eram angustiantes passam a ser amenidades que relativizamos e aceitamos como inerentes às circunstâncias.

Digamos que é graças ao tempo que nos afastamos e deixamos de reagir com intensidade emocional, evitando gerar decepções, expectativas e traições. Conseguir, enfim, não ser controlado por nossas emoções é possível, mas é uma habilidade que se aprende somente com a prática.meditacao-cubos.

A bússola interna, um grande benefício ganho com a distância emocional no  momento em que conseguimos criar uma distância emocional perante uma situação, podemos escutar o que diz a nossa bússola interna que nos dá intuições sobre o que está bem e o que está mal. Essas intuições muitas vezes são certas, posto que se baseiam nos nossos sentimentos, muito mais duradouros que nossas emoções.

Então, as decisões que tomamos a respeito dos demais e do que aconteceu serão muito melhores e mais coerentes com o que sentimos e pensamos verdadeiramente. Aqui podemos saber o que merece atenção e o que pode ser ignorado, fomentando um sentimento bom e impedindo que soframos por aquelas coisas que não podemos controlar.

Resumidamente, é muito importante que diante de situações complicadas ou com muita carga e intensidade emocional criemos uma distância, pois assim teremos sucesso em ver que os aspectos mais passageiros de nossas emoções nos confundem, e então não nos arrependeremos de agir de uma ou outra forma.

Retirado do link :

No combate ao bullying é preciso trabalhar do agredido ao agressor, transformando ciclos viciosos e doentios em relações virtuosas e saudáveis


   O Bullying não é um problema apenas da vítima, mas nem todas as escolas conseguem combater esse problema verdadeiramente

               

    Por isso, trouxemos neste artigo mais informações sobre como a Escola da Inteligência ajuda no combate ao bullying. Continue a leitura!

O que é bullying?O Bullying é uma das formas de violência que mais cresce no mundo, e acontece quando alguém agride, constantemente, de maneira física ou verbal um ou mais colegas.

Os menores, mais novos, os tímidos, os de minoria social ou racial e até os de melhores notas são as vítimas mais comuns, mas a verdade é que qualquer um pode
sofrer Bullying.

Bullying não é piada nem brincadeira, e deve ser combatido diariamente por alunos, professores, diretores e pais, com informação, respeito e comunicação.

Consequências do Bullying

O Bullying não afeta apenas a pessoa agredida. Também causa sérios danos ao agressor e às testemunhas das humilhações.

A criança que sofre o Bullying pode se afastar da vida social, abandonar a escola e querer se vingar das agressões. Danos psicológicos e problemas de saúde são efeitos prováveis.

Quem agride tem mais chances de ser menos empático na vida adulta e ter atitudes violentas, de não pensar antes de agir e reagir, e também ter dificuldades em lidar com perdas e frustrações.

A testemunha normalmente se sente culpada por não impedir a humilhação e até se sente cúmplice. Pode sofrer emocionalmente e começar a faltar às aulas.

Lei AntibullyingEm 2015 entrou em vigor a lei nº 13.185/2015, que obriga escolas e clubes a adotarem medidas de prevenção e combate ao Bullying.

Docentes e equipes pedagógicas deverão ser capacitados para realizar ações que previnam e solucionem o problema. Pais e familiares serão orientados para identificar vítimas e agressores. Outro ponto é a criação de campanhas educativas e o fornecimento de assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e agressores.

Escola da Inteligência: respeito também se aprende na escola.A Escola da Inteligência é um programa de educação socioemocional que trabalha habilidades fundamentais na formação do ser humano saudável e com relações saudáveis.

O desafio de prevenir e enfrentar o Bullying é entender o que está por trás do agressor e do agredido, compreendendo que no comportamento de quem fere, sempre há alguém ferido. Desenvolver a inteligência socioemocional é transformar ciclos viciosos e doentios em relações virtuosas e saudáveis!

No combate ao Bullying cuidamos das emoções não apenas do agredido, mas também do agressor, das testemunhas, professores, diretores e pais, promovendo um ambiente de maior respeito e entendimento entre todos e destacando atitudes como:

empatia;
autocrítica;
gerenciamento dos pensamentos;
proteção emocional;
alicerces para a construção de relações saudáveis (intra e interpessoal).

Ao combater o Bullying cuidamos do agressor para que este desenvolva empatia, autocontrole e pense antes de agir, E com o agredido, trabalhamos para que este aprenda a proteger sua emoção, desenvolva autoconfiança e autoestima.

A Escola da Inteligência e permite que sua escola previna e solucione o Bullying e seus efeitos. Tenha esse diferencial em sua escola

Retirado do link :

https://escoladainteligencia.com.br/como-escola-da-inteligencia-ajuda-no-combate-ao-bullying/#.Wz9E6RBRHtM.facebook

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Menino vítima de bullying encontra gatinho como ele Madden tem olhos de cores diferentes e teve lábio leporino



   Família espera que novo amigo mostre que ser único não é problema

            



                                         
Madden Humphreys nasceu com lábio leporino bilateral. O problema foi resolvido com cirurgia, mas deixou uma cicatriz. Além disso, ele tem heterocromia, o que significa que seus olhos têm cores diferentes.

Essas características tornaram o garoto americano, hoje com sete anos, alvo de bullying de outras crianças. Isso o deixava triste, até achar um amigo tão único quanto ele.

"Geralmente, ele é cheio de vida, feliz e divertido", disse a mãe de Madden, Christina Humphreys, à rede americana CBS. "Ele não era [inseguro] até que outras crianças começaram a apontar e dizer coisas que não eram legais."

Christina não sabia mais como ajudar o filho, até encontrar um post em uma página de mães com crianças com lábio leporino no Facebook. O post mostrava um gatinho para adoção que tinha fenda labial.

E as coincidências não paravam aí: ele também tinha dois olhos de cores diferentes - um castanho e um azul - assim como seu filho. "Nós soubemos imediatamente que esse gatinho foi feito para ser parte da nossa família." 

Amigos e estranhos se mobilizaram para financiar a viagem, já que o peludo estava em Minnesota e os Humphreys moram no Estado de Oklahoma. "Eles estavam destinados a ser melhores amigos. Engraçado como um animal de estimação pode fazer você se sentir menos sozinho", afirmou a mãe.

"Estou chocada com a forma como tudo isso aconteceu. Parece bobo, mas o destino quis os dois juntos, não há outra explicação. Este gatinho estava tão longe... Estou surpresa que descobrimos ele, e ainda mais surpresa com todos que nos ajudaram a chegar até lá.

Todo mundo precisa de um amigo e todo mundo precisa se sentir compreendido. Sou muito grata que Madden tem Moon.

Espero que o bichinho ajude Madden a perceber que nascer diferente é uma coisa incrível, que ele é mágico ."

    Retirado do link :

Sony contrata roteirista para filme de super-heroína plus-size


    A Sony Pictures contratou a roteirista norte-americana Maria Melnik, que trabalhou na série Deuses Americanos, para escrever um roteiro baseado na super-heroína Faith, da Valiant Comics, criada por Jim Shooter e David Lapham nos anos 1990


                                     


Segundo o site Deadline, o filme será produzido por Neal Moritz, Toby Jaffe e Dan Mintz.


Faith conta a história de Faith Herberts, uma adolescente plus-size obcecada com quadrinhos e ficção científica que descobre ter superpoderes como habilidade de voar e telecinese (controlar objetos com a mente). Ela então acaba entrando para um grupo de heróis incomuns.

Sony e Valiant Comics acertaram um acordo em 2015 para a produção de filmes baseados em personagens da editora. Bloodshot, que terá Vin Diesel como um soldado com poderes de regeneração, vai começar a ser filmado ainda este ano. Além dele, Harbinger, sobre um grupo de adolescentes que fogem de um laboratório após ganharem superpoderes, também está em produção pelo estúdio.

        Retirado do link :