segunda-feira, 16 de setembro de 2019

A Prefeitura de Curitiba anunciou, que a cidade será a primeira do Brasil a contar com um Centro de Ensino Estruturado para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) voltado a crianças e estudantes da rede municipal de ensino.



 Curitiba terá centro especializado para atendimento de alunos
autistas


               A inauguração do novo espaço, que funcionará na sede da Secretaria
 Municipal da Educação, no Alto da Glória, está prevista para
 10 de setembro.

Na ocasião, a secretária municipal da Educação, Maria Sílvia Bacila,
 também confirmou que a Regional CIC ganhará um Centro Municipal
de Atendimento Educacional Especializado (CMAEE). Com isso, todas
 as dez regionais passarão a contar com um CMAEE, unidade voltada
ao apoio especializado às crianças e aos estudantes com deficiência,
autismo, altas habilidades e transtornos funcionais específicos da
aprendizagem.

    Retirado do link :
https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/curitiba-tera-centro-especializado-para-atendimento-de-alunos-autistas/

Evangélicos acampam em ponte em Natal e evitam ao menos 16 suicídios


   Infelizmente, não é apenas em filmes que isto acontece.
Na vida real são muitos os casos de pessoas que se jogam de
 Pontes com o objetivo de cometer suicídio


                              

  Porém, um grupo de evangélicos da Assembleia de Deus Milagres
 – em Natal (RN), tem feito vigília na Ponte Newton Navarro, com
 o objetivo de evitar que isso aconteça. Em apenas 4 dias eles
 já haviam conseguido impedir 16 suicídios.

A ação começou depois de policiais militares noticiarem o resgate de
um rapaz que tentou pular da ponte. O acampamento possui tenda
 para refeições e barracas de repouso para os voluntários e pessoas
 salvas. Funcionando 24 horas por dia e 7 dias por semana, eles
 permanecerão em vigília durante 30 dias.

 Quando um voluntário no acampamento identifica um possível
suicida, passa uma mensagem por rádio para alguém que está na
 ponte, que o leva para o acampamento.

Eficaz, o grupo tem aumentado a medida que mais pessoas vão
tomando conhecimento dele. Os rádios usados para a comunicação
entre eles e a moto para o transporte de cima a baixo da ponte foram
 doados por empresários, entretanto, eles ainda precisam de doações
de água e comida. Fazer vigília na ponte já era um desejo antigo da
polícia militar de Natal – já que o local é bastante procurado por
pessoas com pensamentos suicidas, porém a falta de verba
impediu que isso acontecesse.

                         

Depressão: reconhecer a própria dor é o primeiro passo


  A depressão está no topo da lista dos principais problemas de
 Saúde em todo o mundo, inclusive entre educadores brasileiros


Saiba mais  sobre esse transtorno mental e sobre a importância
de cuidar do próprio sofrimento.

                     
"Falto eu mesmo, e essa lacuna é tudo"
(Machado de Assis, Dom Casmurro)

Certa vez, uma educadora e colega de profissão me confidenciou que

 temia que algumas pessoas do trabalho soubessem que ela sofria
de depressão. O medo, segundo ela, é que achassem que ela não
 daria conta das exigências de gerir a própria sala de aula, que não
seria capaz de cumprir todas as suas demandas e, até mesmo, que
 poderia não ser promovida a coordenadora de área.

Tinha pavor que achassem que ela era frágil demais e temia ainda
mais ter que tomar remédio anti-depressivo por toda a vida. A palavra 
depressão, pronunciada por ela em voz baixa e com expressão
 envergonhada, ilustrou o grande estigma que esse tema fundamental
e saúde mental carrega.

O mal-estar, o tédio, a angústia e a tristeza são inerentes à nossa
 condição humana. De tempos em tempos, essas emoções podem nos
 visitar e nos convidar a momentos de recolhimento, de validação do
 que estamos sentindo e análise do momento presente.

 A própria vida, em certos instantes, envolve o sentimento de estarmos
 fora de lugar e distantes de nós mesmos, e esse mal-estar pode
 assumir a forma de sofrimento intenso que pode evoluir para quadros
 mais graves.

Entretanto, depressão não é uma simples tristeza
 passageira que podemos controlar ou contar com o tempo como
fator de cura. Segundo dados da
 Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgados em 2017, a
 depressão estava no topo da lista dos principais problemas de saúde
em todo o mundo, atingindo mais de 300 milhões de pessoas. Em
 consonância com os dados publicados pela OMS, a pesquisa 

A saúde do educador brasileiro, realizada em junho de 2018 pela Nova
 Escola, aponta que a depressão é o principal problema de saúde
 enfrentado por educadores de todo o país, seguido por ansiedade e
estresse.

A depressão, segundo o DSM-5 (Diagnostic and Statistical Manual
 of Mental Health), é um transtorno mental multifatorial
caracterizado
 por tristeza persistente, perda de interesse em atividades antes
 consideradas prazerosas, perda ou ganho excessivo de peso,
 alteração significativa de apetite, sensação de fadiga e de falta de
 energia, diminuição da habilidade de concentração, inquietação,
culpa,
 desesperança, sentimento de inutilidade, ideação suicida e
 pensamentos de autolesão.

Para o diagnóstico efetivo de depressão, o indivíduo deve apresentar
 cinco ou mais desses sintomas por, no mínimo, duas semanas.
Os sintomas de depressão afetam significativamente a qualidade de
 vida do indivíduo e podem trazer grande comprometimento social,
interferindo na vida pessoal e profissional. Além disso, a ausência de
debate sobre o tema, a falta de informação e de apoio às pessoas com
depressão, juntamente com o peso do estigma sobre o transtorno
mental, impedem muitas pessoas de buscarem tratamento médico,
psicológico e demais redes de apoio.

No ano passado, em uma palestra sobre angústia e depressão com
 um dos mais importantes psicanalistas da atualidade, compreendendo
 que a tristeza é um sentimento comum a todos nós, um dos
espectadores fez uma pergunta inquietante: “Mas afinal, como
você cuida da sua angústia, doutor?” Concluo que para além
 da importância de pensar naquilo que nos faz felizes, devemos
considerar de maneira bastante criteriosa como cuidamos da nossa
angústia, do nosso sofrimento e das nossas fraquezas, pois tais
sentimentos são sobretudo humanos e merecem ser reconhecidos.

 Não acolher o nosso sofrimento, ou seja, deixar de compartilhar o
 que estamos sentindo, não reconhecer a própria dor e não buscar
 apoio, pode ser um elemento definidor para que a depressão assuma
 papel central em nossas vidas. Frente a números alarmantes, embora
essencial, a necessidade chave de reduzir o estigma associado à
depressão e compreender que ela é tratável, é apenas o começo.
Sobretudo, é urgente que serviços de saúde mental sejam acessíveis
 a todos e que momentos de fragilidade não sejam vistos como sinal
de fraqueza, abrindo espaço para que cada vez mais possamos falar
 abertamente sobre o tema.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Antes de ser um excelente profissional, seja um bom ser humano!


 Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas, ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” (Carl Jung

           
    A questão principal a ser respondida, ao se escolher um ramo profissional a se seguir, não deveria se relacionar tão somente às habilidades e competências das pessoas, mas, principalmente, ao fato de o indivíduo gostar ou não de gente. Quem não gosta de lidar com pessoas deve procurar uma ocupação que possa ser realizada isoladamente, com o mínimo de interação pessoal. Isso é fato.

Quando lidamos com o público, estaremos diante de seres humanos que carregam, em si, histórias diversas e que passam por momentos que nem sempre são bons. Quase ninguém, por exemplo, procura um médico porque está se sentindo ótimo e feliz. Quem vai a uma consulta médica está doente, sofrendo, com dor e medo, ou seja, estará fraco e vulnerável, precisando de atenção, de força e de esperança.

Ninguém, em sã consciência, opta por sofrer, por ficar doente e triste. Por isso é que não dá para aceitar situações em que o médico trata mal o paciente, com uma rispidez desmedida, sem ao menos olhar nos olhos de quem sofre ali na sua frente, sem nem tocar no paciente.

Da mesma forma, dá-se o relacionamento entre advogado e cliente, uma vez que a grande maioria das pessoas que procuram por serviços jurídicos está prestes a enfrentar batalhas judiciais desgastantes, que podem determinar a qualidade de suas vidas dali em diante. Quem nunca foi maltratado ao ser atendido em algum balcão de banco, em algum guichê de serviço público, entre outros? Como entender quando um vendedor parece querer expulsar da loja quem está ali exatamente para dar lucro ao estabelecimento?

Quem atravessa tempestades e enfrenta dificuldades possui menos força para se defender, para se posicionar, haja vista a sua autoestima já se encontrar alquebrada. Dificilmente, nesse caso, essa pessoa terá como fazer valer os seus direitos mínimos de cidadão. Por isso, é covardia descontar os próprios problemas em quem não tem nada a ver com eles, desaguando mau humor e cara feia frente a quem, muitas vezes, necessita exatamente do contrário, a quem somente gostaria de alguém que o enxergasse e lhe sorrisse.

Colocar-se no lugar de quem está ali na sua frente é o mínimo a ser feito quando se lida com pessoas. Pessoas não são robôs, não são experimentos, não são de ferro, portanto, não são obrigadas a ter que enfrentar, além das próprias escuridões, o vazio desesperançoso de quem deveria lhes ajudar.

Dá para ser útil sem ter que interagir com os outros, cozinhando na cozinha de um restaurante, pesquisando em laboratórios, entre várias opções.

Somente se proponha a lidar com gente quando você souber se comportar como gente. Simples assim.





Répteis auxiliam tratamento de crianças com autismo


  Jiboias, teiús, iguanas, jacarés-do-papo-amarelo, jabutis e tigres d’água são alguns dos animais utilizados para auxiliar o tratamento de pessoas com diferentes transtornos

                    
     Esses répteis podem não agradar a todos os públicos logo de cara, mas a convivência com eles já é reconhecida por muitos terapeutas como benéfica, e o tratamento tem até nome: reptilterapia. No caso do tratamento de crianças com autismo, os resultados são notáveis.

“Já observamos uma enorme diferença no comportamento de crianças autistas em contato com répteis. O tratamento acalma e aumenta o tempo de atenção dos pequenos”, diz Andrea Ribeiro, fonoaudióloga da ONG Walking Equoterapia, pioneira nesse tipo de tratamento no Brasil. Entre os casos bem-sucedidos, Andrea cita o das crianças Gael* e Tábata*. A reptilterapia conseguiu melhorar o nível de atenção, acalmar Gael e ajudá-lo também a desenvolver a fala e a alfabetização. Já Tábata aprimorou a fala, completou a alfabetização e teve uma melhora significativa de comportamento.

Andrea trabalha com reptilterapia há dois anos e meio, desde que estudou o método na Inglaterra. Atualmente, ela é coordenadora de equoterapia, pet terapia e reptilterapia da ONG. “Não apenas crianças autistas, mas todos os pacientes que participam da terapia com répteis têm uma melhora emocional, especialmente na autoestima, autoimagem e autoconfiança”, relata. Outros benefícios são a melhora na cognição, na fala e na interação com outras pessoas. “
Como o réptil é um animal menos invasivo que um cão, por exemplo, a relação estabelecida no tratamento não é de afeto, mas de confiança”, diz.

Outro bom exemplo listado por Andrea é o de Antônio*, de 70 anos, vítima de sequelas graves de derrame cerebral (AVC), que não se comunicava há um ano, mas voltou a falar no primeiro dia de tratamento com répteis. Carla*, de seis anos, fora diagnosticada com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), mas o quadro melhorou em seis meses de reptilterapia e, hoje, ela está sendo alfabetizada. Outro caso é o de Laura*, vítima de paralisia cerebral, que recebeu tratamento e observou-se melhora no tônus muscular e nas funções de mastigação, respiração, sucção e deglutição.

O tratamento surte efeito e está sendo cada vez mais utilizado. No entanto, Andrea chama a atenção para o fato de que ele só deve ser realizado por pessoas qualificadas, que tenham feito cursos sobre o tema, e que a frequência da terapia deve ser semanal.

 Ela também ressalta que a reptilterapia só pode ser realizada quando acompanhada por um biólogo, e um médico-veterinário precisa avaliar o animal a cada três meses, pelo menos. Outro ponto importante levantado por Andrea é que todos os animais utilizados nos tratamentos devem ser legalizados pelo Ibama.

Os animais na reptilterapia Cada espécie tem uma função no tratamento com répteis, explica Andrea. “Não existe uma receita bolo. É preciso conhecer o paciente em questão, a finalidade de cada réptil e usar os animais com seus devidos objetivos traçados em planos terapêuticos”, orienta.
Abaixo, conheça algumas características dos animais nos tratamentos:
Cobra: é utilizada para acalmar o paciente, melhorar o tônus muscular, facilitar a fala, a alfabetização. Além disso, melhora a atenção, autoestima, autoimagem, autoconfiança e a sensibilidade.

Jacaré: é utilizado na terapia para trabalhar limites, para estimular o raciocínio matemático, e melhorar a sensibilidade.

Teiú: é utilizado para criar senso de responsabilidade no paciente, uma vez que é necessário preparar o alimento do animal, dar banho e retirar escamas. A terapia com o teiú pode incluir outros animais, como cobra, cágado, iguana, jabuti e jacaré.

Jabuti e cágado: são animais que auxiliam a passar o conceito de rápido e devagar para o paciente. Além disso, podem ser utilizados conjuntamente com teiús, iguanas e espécies de jiboias.

Iguana: pode ser utilizada para todas as finalidades listadas nos itens acima, mas com um destaque – ela promove a melhora de equilíbrio.

   Retirado do link:
http://conexaoplaneta.com.br/blog/reptilterapia-tratamento-autismo/

Como diferenciar os 3 tipos de depressão e onde buscar ajuda para superar



  Você sabe da onde e porque vem a depressão?
Ou pensa que você vai estar sempre livre dela, e que não vai acontecer contigo?


                   
  Pois saiba, fique bem atento ela vem sutilmente e nunca sabemos em quem ela vai se desencadear e quando ela se manifestará.

Vamos primeiro entender um pouco mais sobre depressão o que ela é e como ela se manifesta. Quando a depressão se instala na gente é por que já passamos por muitas coisas.

 Devemos ficar atentos aos primeiros sinais, e é o que a maioria das pessoas não fazem, pensam que do jeito que a tristeza e a falta de prazer vieram ela passa, o tempo se encarrega de resolver, mas não é bem assim. 

Vou mostrar a luz que iluminará o caminho em direção à liberdade e paz de espírito, onde você que está em depressão ou convive com alguém que sofre desse mal encontrará o segredo que estava escondido que te levou a cair no fundo do poço e não entender o porquê de ter caído, estes segredos revelados vão mostrar a você a direção para um novo caminho.

O que devemos ter bem claro sobre a depressão é sobre as Causas que levaram você ou a pessoa depressiva com quem você convive a cair na depressão. A depressão não é a doença a ser tratada. Devemos identificar as causas, que levaram você ou a pessoa a cair na depressão.

Existem 3 Tipos de Causas de Depressão - a maioria das pessoas não sabem disso:

 Depressão química ou clínica, depressão endógena e exógena. E que devem ser identificados para o tratamento, pois somente tratando as causas é que se eliminam os sintomas da depressão.

- 1º Depressão Química ou Clínica.

Está relacionada a doenças e alterações do corpo, principalmente, quando faltam vitaminas no sangue que mexem com os neurotransmissores, e outro fator é quando tem problemas de hormônios que causam a depressão.
Quais os sintomas físicos somáticos?
Dor de cabeça constante, dores em todo o corpo, dores musculares, dores nos ombros e costas, prisão de ventre, aperto no peito, sensação de dor na garganta, falta de ar, ataque cardíaco, muitas vezes confundido com enfarte, falta de libido, fraqueza, perda de prazer, quando a pessoa começa a perder o ânimo, fraqueza física, falta de vitamina e muitas vezes não são ligadas a doenças físicas.

E para sair dessa depressão chamada química ou clínica, deve-se buscar ajuda de um médico ou profissional que entenda dessa área. Deve ser tratado com remédio para repor as químicas que o organismo não vence mais produzir, mas isso é só por um período, não é para sempre.

Se a depressão for tratada com remédio durante seis meses e ainda não ficou bom é por que não é depressão química e física, aí deve ser tratado com terapias, aliás toda depressão deve ter acompanhamento de terapia.

Então é assim: Os medicamentos curam no máximo 20% dos casos de depressão, que são a depressão Química ou clínica, (física) é isso que a maioria das pessoas não entende, os demais 80% são harmonizados através da psicoterapia objetiva e das terapias complementares.

Os medicamentos usados nos casos de depressão têm duas funções que devem ser observadas: em 20% dos casos para a reposição ou equilíbrio do elemento químico que está faltando ou está deficiente e em alguns casos de depressão por causas psíquicas mais graves, para o controle dos estados críticos de alteração, para que seja possível o tratamento psicoterapêutico depois.

- 2º A depressão endógena. Vem da pessoa, vem de dentro dela mesma, se manifesta independentemente dos pensamentos ou fatores externos visíveis.

 São reações inconscientes em relação a fatos ocorridos no passado, até mesmo de quando estava no ventre materno, sentindo o que a mãe passou durante a gestação. Antes mesmo do bebe nascer ele começa a receber influencias significativas que serão registradas pelo cérebro ficando inconscientes.

É muito comum as pessoas entrarem em depressão e dizer que não tem uma causa, ou seja, comecei a ficar deprimido e eu não sei da onde veio à causa, “ele esta dizendo que não tem uma causa”, que não sabe por que está se sentindo assim, não encontra um motivo que possa explicar essa causa, e é nestes casos que podemos dizer que se trata de depressão psicológica endógena
, aonde surge sem uma causa aparente, mas essa causa se deve principalmente por que o trauma está inconsciente, esquecido racionalmente, mas o corpo carrega as marcas afetivas da vida intrauterina.

Quais são os sintomas psicológicos?

 Indiferença, baixa autoestima, tristeza profunda, sentimento de culpa, dificuldade de concentração, dificuldade de tomar decisões, achar que para ele nada da certo, pensamento recorrente da própria morte, alteração do apetite, a pessoa passa a comer muito, ou para de comer, alteração do sono (a pessoa pode dormir muito ou passa a ter insônia e não conseguir dormir), nem capacidade de realizar a própria higiene pessoal e ideias suicidas, então esses são os principais sintomas psicológicos.

Nestes casos para conseguir se recuperar deve-se tratar o fator que teve inicio da causa e que causou as alterações. Na maioria destes casos requer trabalho de hipnose e regressão de memória. Através de técnicas de respiração e relaxamento muscular.

- 3º A depressão exógena ou reacional.

 Ela vem de fatos ou acontecimentos externos, de fora para dentro que mobiliza a gente, ou seja, algum acontecimento como a perda de emprego, a morte de uma pessoa querida, um acidente grave, insatisfação com a vida por falta de realização pessoal, rompimento de um relacionamento amoroso, um problema grave de saúde, impotência sexual nos homens e nas mulheres frigidez, sentimento de menos valia ou de culpa, decepções e frustrações, enfim, muitos outros casos podem estar influenciando para cair na depressão.

Tanto você que está em depressão como os que convivem com você sofrem muito e querem sair dessa angustia, quando o sofrimento se prolonga os que convivem com a situação se deprimem juntos. A depressão pode causar Impotência Psíquica ou uma depreciação emocional. Importante tomar cuidado com isso, buscar desenvolver o autoconceito positivos para não se depreciar.

Os Estados Mentais de Impotência ocorrem por insegurança, indefinição ou por acontecimentos bruscos e repentinos que fogem do domínio e do controle da gente.
Por exemplo: a morte de um ente querido, perda nos negócios, fracasso em um empreendimento, rompimento de um relacionamento afetivo, traição, perda de emprego, a falta de organização na vida, a incapacidade de conquistar algo ou alguém, entre outros.

Uma pessoa dependente de algo ou de alguém se for privada do elemento da dependência, pode entrar em depressão. Por isso se diz: “todo dependente é um depressivo em potencial”, pois se faltar o elemento de apoio, automaticamente ele cai. Não podemos ser dependente do emprego, de pai, mãe ou marido, esposa. Devemos assumir a nossa vida.

Saber distinguir que não é a situação que é a causa da depressão, mas a maneira como a gente enfrenta a situação que causa a depressão. Uma vez que conseguimos desenvolver o autoconceito positivo e o Eu superior não existe impotência, conseguimos reagir e desenvolver todos os meios de superação, se não conseguir sozinho existem as terapias para isso.

Na depressão exógena, identificamos todos os casos de perda de valores que geram estados depreciativos. Perda de valores em relação a gente mesmo, devido a um problema ou uma característica física, dificuldade de identidade de gênero e a aceitação do mesmo, perda de valor em relação à vida, não valorização do trabalho que exercemos ou a cidade em que moramos, por não se dar bem com as pessoas com as quais convivemos e principalmente por não nos valorizarmos, não ter amor próprio ou não se amar (isso é depreciação).

Muitos casos de depreciação ocorrem quando nos sentimos culpados em relação a algo que fizemos ou deixamos de fazer. Não é a depressão que nos leva ao estado depreciativo, mas o estado depreciativo que nos leva a depressão. Claro que isso origina um sistema de alteração em cadeia, ou seja, a depreciação leva ao estado depressivo e este aumenta o sentimento de depreciação, o sofrimento é grande.

Para superar esse estado depressivo, devemos desenvolver a autovalorização e a autoestima, o amor próprio, dar muito valor a vida, ao trabalho que faz e a cidade que mora. Deve se valorizar principalmente pela sua beleza interior.

Como sair da depressão ou prevenir para não entrar?

Em todos os casos de Depressão Psíquica, a primeira investigação que deve ser feita é se a mesma é Química, endógena, exógena ou reacional.

 Buscar identificar se você ou a pessoa que você deseja ajudar está realmente com depressão ou está apenas apresentando alguns sintomas depressivos normais diante de algum acontecimento da vida, isto é importante para saber onde buscar ajuda certa, pois, se a depressão estiver instalada, já de forma crônica conforme os critérios citados anteriormente aí você necessitara de medicação para reagir até mesmo sobre o tratamento psicológico, se não, se você estiver apenas com sintomas leves, pode buscar apenas o tratamento psicoterapêutico que você terá o beneficio necessário.

Quando devemos buscar ajuda?

Sempre que percebemos alguns dos sintomas isolados com frequência, quando um acontecimento da vida estiver te causando um sofrimento, esse sentimento de culpa, tristeza, insegurança e desanimo exagerado, quando você perceber que está demorando muito para sair desses estados, ou está muito intenso, quando perceber com frequência que se sente inferior aos outros, sente dificuldade de receber critica, ou ainda quando perceber que tem muita dificuldade para fazer escolha ou tomar qualquer decisão, quando perceber uma alteração significativa no sono ou no apetite, quando perceber ter ganhado ou perdido peso significativamente e não apresentar nenhum motivo orgânico que justifique essa alteração, pois estes sinais podem ser um alerta para buscar ajuda antes que eles evoluam para a depressão doença.

Onde buscar ajuda? Como dar o primeiro passo em busca de ajuda?

Conforme citei anteriormente se você se enquadrar em todos os critérios para diagnosticar a depressão ela necessitara de medicamentos, pois neste estado a pessoa não reagirá sozinha ao tratamento psicoterápico, então ela deverá buscar ajuda médica e preferencialmente de um psiquiatra para medicar, pois, além do psiquiatra ser um médico especialista em doenças psíquicas, até mesmo os médicos costumam diagnosticar, alguns sintomas de tristeza normal como a depressão e acabam iniciando com medicação que liga o sintoma e pode dificultar o tratamento adequado também da depressão, mas quando apresentar alguns sintomas isolados com frequência e perceber que está perdendo a vontade de sonhar e ser feliz, deverá buscar ajuda psicoterápicos com terapias holísticas e complementares com o foco de proporcionar o autoconhecimento e prevenir estes sinais evitando que eles evoluam a sintomas da depressão propriamente dita.

Como buscar ajuda psicoterápico?

As pessoas resistem muito em buscar ajuda psicoterápicos, muitos acreditam que buscando ajuda psicoterápico, está atestando sinal de fraqueza, um atestado de pessoa menos capaz, menos inteligente, e a verdade não é isso, a psicoterapia vai ajudar justamente no autoconhecimento, levando você a desenvolver o seu potencial, existem várias abordagens psicoterapêuticas para tratar você que está com sinais que indicam uma depressão, ou mesmo você que apenas está passando por uma tristeza maior, mas até muito recente as abordagens mais confiáveis e capazes de proporcionar o tratamento a partir das raízes do inconsciente duravam muito tempo e faziam também com que as pessoas desistiam do tratamento, e muitas vezes ficar muito caro para quem não tem acesso a serviço público.

As terapias holísticas e complementares tende a revolucionar o tratamento psicológico com terapias diretas e objetivas de indução proporcionando a harmonização de muitos traumas em velocidade máxima, por que na psicanalise percebe-se a demora de até anos para conseguir.

Existe também
a terapia chamada de terapia EMDR é americana e ela foi recomendada pela Sociedade Psicológica Americana, Associação Psiquiátrica Americana e departamento de estado dos Estados Unidos, para tratamento de federando do Vietnam, também recomendada pelo ministério público de saúde e pela própria organização mundial de saúde, a terapia que tem conseguido uma revolução na psicoterapia, conseguindo harmonizar de traumas profundos, então é também possível harmonizar a depressão.

Aqui no Brasil se você quiser se informar melhor sobre essa terapia existe a Associação Brasileira de Terapia em EMDR, lá você encontrará todas as informações a respeito dessa terapia, todos os textos científicos, toda a pesquisa cientifica fora do Brasil e alguma coisa aqui no Brasil e encontrar também os contatos de um terapeuta qualificado perto de você, capaz de te ajudar.

Existe Uma Correlação Entre Depressão e a Espiritualidade?

Existem sim estudos científicos que fazem uma correlação entre a depressão e a espiritualidade, existem estudos comprovados cientificamente que mostram que uma pessoa que tem uma religião ou são mais espiritualizadas tem menos chances de terem depressão, ou quando tem melhoram rápido, se você se sente também sem motivação, além da importância de buscar tratamento médico e psicoterápico, deverá também cuidar da parte espiritual, pois como eu falei anteriormente a depressão é a doença da alma, o potencial espiritual que está dentro de nós, muitas vezes esquecido, então procure a religião que você mais se identifique e procure os ensinamentos divinos, pois Deus é o mestre dos mestres e está acima de qualquer um. Busque os ensinamentos da Bíblia.

Vou contar a história que a Dra. Maria Nísia Araújo contou numa de suas palestras no Congresso Online de depressão organizado por mim.

 Ela tirou de um livro cujo titulo é “Viver é para Profissional” da autora Nilda Brasil, onde ela esclarece a diferença de um profissional e de um amador diante da vida, “poderíamos dizer que um profissional não fica preso na depressão, precisa buscar ajuda antes que ela o domine diferente do amador, um amador apresenta as seguintes características, ele não sabe o que está fazendo no mundo, ele não pensa sobre o seu propósito, missão ou responsabilidade sobre a vida, e ele não se preocupa com o próximo e não exercita a humildade e a gratidão, e ele não tem vontade e faz as coisas de forma automática, sem evoluir emoções ele também não quer ou não consegue aprender se fecha para o novo e não se desenvolve é prepotente e racionaliza tudo, negando os próprios sentimentos e nos dos outros por acreditar que emoções é sinônimo de fraqueza, então todas essas características geram a consequente incompetência emocional do amador diante da vida, logo ser um amador na vida é não saber lidar com ela, não encara-la de frente, não ter sucesso e não crescer, e a atitude das pessoas determina as atitudes dela na vida, assim como piloto de avião, cada um de nós temos nas mãos os botões de controle que vão permitir a nossa decolagem e um voo em qualquer altitude que desejarmos, então se desejarmos ser um eficiente profissional na arte de viver que consequentemente viver feliz é importante seguir os seguintes passos, aprender com os erros, fazer tudo com esforço, determinação e entusiasmo, cultivar sempre a esperança e a fé das pessoas e da vida”.

Jesus disse: Se tiveres fé do tamanho de um grão de mostarda moverás montanhas. Então ele tentava mostrar o tempo inteiro que o que ele realizava e todos viam como milagres ou prodígios, era fruto da fé, e que tendo fé todos nós humanos poderíamos fazer maravilhas, e ele foi muito claro nas passagens que curava as pessoas aonde ele sempre dizia: “Tua fé te curou”, deixando claro que a cura estava em nós e hoje percebemos essa verdade em várias ciências.

Sabíamos que nós possuíamos uma grande capacidade intelectual e que tudo que desejamos podemos, se acreditamos com fé e estivermos dispostos a pagar o preço da unidade de arriscar e aprender com os próprios erros, o próprio Freud o pai da psicologia e da psicanalise deixou claro que apesar de ter descoberto maravilhas sobre o inconsciente humano, o tratamento através da cura dos traumas do inconsciente só seria possível se a pessoa assim o desejasse e realmente se comprometesse com o tratamento e a Autora Nilda, finaliza a classificação do profissionalismo para poder viver, com essa fala, onde ela afirma que “um profissional da arte de viver é fazer todo o bem que puder por todos os meios que puder de todas as formas que puder, em todo lugar que puder, todas as vezes que puder por tanto tempo quanto puder”.

Para finalizar, sobre o caminho de luz que iluminará o caminho em direção à liberdade e paz de espírito, e o segredo escondido que te mostram a direção para um novo caminho. Gostaria ainda de citar um texto do espírita André Luiz, que acho muito importante e a minha colega Maria Nísia Araújo também fala o mesmo, o André Luiz coloca,
“Viva em paz com a sua consciência, sempre que você se compara com alguém, evite o orgulho e desespero e reconhecendo que em todos os lugares, existem criaturas acima e abaixo de sua posição”.
Casale-se ao trabalho que abraçou, realizando ele com o melhor que você puder, para dar apoio ao bem comum. Trate o seu corpo na condição de primoroso instrumento, qual se deve a maior atenção. Dê desempenho a sua própria tarefa, ainda que se seja sobre graves ofensas.

 Não guarde ressentimentos, observando que somos todos espíritos em evolução na terra, mesmo sofrendo com guerras. Cultive sinceridade, para que a franqueza agressiva não lhe estrague belos momentos no mundo. Procure companhias que lhe possam doar melhoria de espírito e nobreza de sentimentos. Converse humanizando e elevando aquilo que se fala, não exija da vida aquilo que a vida ainda não lhe deu, mas siga em frente com esforço de merecer a realização dos seus ideais, trabalhando e servindo sempre, você obterá prodígios com a benção de Deus.

Então procure seguir todos esses ensinamentos que eu tentei passar para você. E dizer para você que a depressão tem cura e está dentro de cada um de nós, basta buscar ajuda, mas tenha humildade de buscar ajuda de um terapeuta holístico, médico, psicólogo ou de qualquer outra pessoa, que possa te ajudar, não fique ai perdendo a vida enterrado neste buraco terrível, suba para a vida e para desenvolver todo o potencial valioso que está dentro de você e de cada um de nós.

    Retirado do Link:
https://www.oestudodamente.com.br/single-post/2016/04/01/Como-diferenciar-os-3-tipos-de-depress%C3%A3o-e-onde-buscar-ajuda-para-superar